sábado, 9 de agosto de 2014

Limites são necessários em todas as idades!


Há pais que confessam que não conseguem colocar limites. Dizem que os filhos simplesmente os ignoram e continuam fazendo o que querem. Por medo de serem autoritários, sentem dificuldade de exercer autoridade. No entanto, na aprendizagem do respeito pelos outros, é essencial que os limites sejam colocados com clareza, paciência e persistência, juntamente com as respectivas consequências. Estas serão aplicadas sempre que os “combinados” não forem cumpridos.

Limites claros, consistentes e colocados no momento certo ajudam crianças e adolescentes a lidar com as frustrações, a ter consideração e respeito pelos outros, a pensar alternativas possíveis, desenvolvendo a criatividade e a inteligência social.

Nos primeiros anos de vida, vivemos na lei do desejo: “Eu quero agora!”. Pouco a pouco, aprendemos a viver na lei da realidade: “Nem sempre tenho tudo que quero, na hora ou do jeito que eu desejaria”. Passamos a perceber a existência e o direito dos outros, aprendemos a fazer acordos.

No decorrer de toda nossa vida, precisamos fazer escolhas e renúncias, desenvolvendo a autodisciplina, buscando o equilíbrio entre deveres e prazeres. Para construir o freio interno, é preciso contar inicialmente com o freio externo representado pelos limites colocados no âmbito da família e da escola, junto com suas respectivas consequências, até que sejamos capazes de, autonomamente, colocar os limites necessários para nós mesmos. Essa competência nos permite, por exemplo, desenvolver disciplina financeira para não nos endividarmos, evitar a ingestão excessiva de comida ou de bebidas alcóolicas e muitas outras ações que revelam a capacidade de cuidar bem de nós mesmos.
Quando aprendemos a tomar conta de nós mesmos
Ninguém precisa ficar mandando na gente!
Não adianta ficar reclamando da cobrança
Se não faz a sua obrigação
E nem quer ter responsabilidade
Para ser livre é preciso saber se organizar
Quando não deixa tudo pra depois
Sobra muito mais tempo pra brincar!

Maria Tereza Maldonado

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Dia dos Pais


Cada um de nós merece um momento especial para relaxar e curtir esta dádiva que é SER PAI. A Escola Edson Figueiredo quer proporcionar a você este momento com o (a) seu (sua) filho (a).
No dia 09 de agosto, sábado, a partir das 8h 30min estaremos aguardando vocês, na Escola, para participar de atividades em homenagem ao DIA DOS PAIS.
Esperamos você e seu filho!

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Boas Férias!

Desejamos a todos boas férias,
recarreguem suas energias, para que em 4 de agosto
possamos retomar o ano letivo com alegria!

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Vem aí a Festa Junina da Escola Edson!

ESTÁ CHEGANDO O DIA DA
FESTA JUNINA DO EDSON!
É DIA 5 DE JULHO!


HISTÓRICO
A tradição de comemorar o dia de São João veio de Portugal, onde as festas são conhecidas pelo nome de Santos Populares e correspondem a diversos feriados municipais: Santo Antônio, em Lisboa; São Pedro, no Seixal; São João, no Porto, em Braga e em Almada.

O nome “junina” é devido à sua procedência de países europeus cristianizados. Os portugueses foram os responsáveis por trazê-la ao Brasil, e logo foi inserida aos costumes das populações indígenas e afro-brasileiras.

A festa de São João brasileira é típica da Região Nordeste. Em Campina Grande, na Paraíba, a festa junina atrai milhares de pessoas. A canjica e a pamonha são comidas tradicionais da festa na região, devido à época ser propícia para a colheita do milho. O lugar onde ocorrem os festejos juninos é chamado de arraial, onde há barracas ou um galpão adaptado para a festa.

As festas de São João são ainda comemoradas em alguns países europeus católicos, protestantes e ortodoxos. Em algumas festas europeias de São João são realizadas a fogueira de São João e a celebração de casamentos reais ou encenados, semelhantes ao casamento fictício, que é um costume no baile da quadrilha nordestina.

QUADRILHA E CASAMENTO CAIPIRA


Como eram festas realizadas pelas cortes, as mulheres usavam seus vestidos mais bonitos e rodados, motivo pelo qual se originou os vestidos das quadrilhas, feitos em tecidos de chita, bem coloridos.

Dentre os enfeites das festas juninas, o mais comum são as bandeirolas. Esses apetrechos surgiram porque os três santos homenageados na festa tinham suas imagens pregadas em bandeiras coloridas e imersas em água, a famosa lavagem dos santos. Com isso, acredita-se que a água fica purificada, fazendo a purificação das pessoas que se molham com elas. Com o passar dos anos, essas bandeiras foram sendo substituídas pelas bandeirinhas menores, que trazem a mesma simbologia de purificar o ambiente da festa.

Além disso, temos Santo Antônio, conhecido como santo casamenteiro. Os mais religiosos contam que as moças pedem um noivo para o santo, mas este só arruma o pretendente quando é castigado pela moça, sendo colocado de cabeça para baixo ou ficando com a cabeça mergulhada numa bacia com água.

O casamento caipira surgiu como chacota aos casamentos clássicos. A noiva aparece grávida e seu pai obriga o moço a assumir a responsabilidade, fazendo-o casar com uma espingarda apontada para a cabeça. Essa história é muito engraçada, pois o pai da noiva tem todo o apoio do delegado da cidade, que é seu amigo. Durante a cerimônia o noivo, que está bêbado, tenta fugir, mas sem sucesso. Após o enlace, os noivos puxam a dança da quadrilha.


Fonte: Brasil Escola

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